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<title>A garota e sua necessaire </title>
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<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:45:34 +0100</pubDate>
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<title>A garota e sua necessaire </title>
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	<title>Capitulo 2, Parte 1</title>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Às 9:00AM de sábado, Mariana acordou. Não tinha notado, mas dormira muito. Talvez por Melanie, ou por não ter sido convidada ao baile dos namorados. Não sabia. Ou seus pais, também. Não paravam de brigar. Ouviam-se gritos da mãe às 6:00 da manhã de toda a casa. Os dois eram ridículos na opinião de Mariana também. Então, ela simplesmente foi escovar seus dentes, e escovar seus cabelos ruivos. Estava bem?! Ou entediada? Queria outra vida? Mariana achava que a 3ª opção era a mais adequada. Queria que tudo fosse como em seus desenhos, ou imaginação. Que existisse algum tipo de animal voador, que chegasse em sua janela e que a levasse para outro mundo. "The World Of Monkeys and People". Este seria um nome perfeito. Mariana por sua vez, não ligou muito para isso, e decidiu chamar sua prima, Ginny, de 11 anos para irem jogar cartas. Para Mariana, cartas era o jogo perfeito. Não havera outro jogo no mundo melhor que cartas. Mariana forçou-se a ser boa com a prima, já que ela era meio doida. Sua mãe (da prima), Lanne, disse que a filha estava tendo tratamentos psicológicos, por estar tendo o chamado "ataque emocional". Mariana achava que ela estava tendo um ataque emocional, de tão louca que estava. Mesmo assim, tentou ser o mais engraçada possível, com a prima problemática. Ginny foi muito estranha, o jogo todo. Tinha acabado de vencer 2 partidas, numa boa:<br />
-Acho esse jogo o máximo! - retrucou ela, sorridente.<br />
-Mas, Ginny - tentou ser boa, Mariana -você nunca gostou de cartas... por que diz que gosta agora?<br />
-Por quê? Ah, minha cara, você não me conhece, sou uma garota de talento. Por mais, que eu tenha 11 anos, e você vá fazer 14 este ano, isso não quer dizer que eu sou uma fracote. Sabe, quem me ensinou isso? Este jogo idiota.<br />
-Não é idiota - quase gritou Mariana. Sua prima estava louca mesmo.<br />
-É sim, Mari - disse a prima, num estado emocional -Posso ser doida, mas não sou burra. Aprende comigo.<br />
Ela começou a fazer um jogo de cartas, Coração = Copas, Espadas, e Paus. Mariana, óbvio que sabia disso, mas fingiu não saber, para a prima entreter-se um pouco.<br />
No almoço, as duas foram, para a piscina. Outra coisa ridícula para Mariana.<br />
-Por que estamos aqui - perguntou Mariana de boca cheia.<br />
-Piscinas aliviam o stress.- respondeu Ginny. -E não me olhe com esta cara - retrucou ela à cara de duvidosa que Mariana fez.<br />
-Como aliviam o stress? - Mariana começou a interessar-se pelo assunto. Talvez a prima-louca, pudesse lhe ajudar a aliviar o seu stress de dentro.<br />
-Eu comprovo. Passe uma tarde. Qualquer dia que for. Passe ela na piscina. Relaxe, jogue as pernas pro ar, e verá que as preocupações se vão nessas águas. Eu por exemplo. Minha mãe, acha que eu sou louca. Mas eu não sou. Sei que não acredita, mas é verdade. Isso é loucura de uma fase pré-adolescente.<br />
Mariana quis rir. Mas não conseguiu, pensando na piscina. Seria mesmo verdade?<br />
-É verdade. Passe esta tarde na piscina, prima. Depois do almoço, irei para casa. Comprove como é bom estar na piscina.<br />
Para a surpresa de Mariana, Ginny acabou rapidinho sua comida e foi-se jogando beijos para todos os lados. Mariana decidiu ir à piscina. Faria 2 descobertas. Se isso é verdade, e se for sua prima não é louca. Ela então foi vestir-se.
</p>
<p><a href="http://agarotaesuanecessaire.nireblog.com/post/2008/07/23/capitulo-2-parte-1#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 20:54:47 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Capitulo 1</title>
	<link>http://agarotaesuanecessaire.nireblog.com/post/2008/07/23/capitulo-1</link>
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		<description><![CDATA[<p>Era sexta-feira. Para Mariana, eram 10:00. Mariana vivia no mundo da imaginação.<br />
Era bonita e atraente, claro. 2 coisas necessárias para uma garota, segundo ela. Estava dormindo. Para os outros.<br />
Mariana Posey, tinha 13 anos. Era praticamente uma adolescente, segundo ela também. Logo despertou, com<br />
a briga de sua mãe e seu pai. Todas as manhãs era a mesma coisa. Sua mãe, Vanessa e seu pai, Bob eram<br />
muito briguentos. Brigavam por tudo. Mariana não entendia por que eles não se separavam. Não foram feitos<br />
um para o outro. Desta vez, a briga era porque, Vanessa queria ir à BJ comprar enfeites para sua casa, porém<br />
Bob não concordou por causa do seu dinheiro. Vanessa era maníaca por enfeites. Desde pequena. Sua mãe<br />
era incontrolável. Mariana preferia Bob, com certeza.<br />
-Caham - tuciu o pai, assim que Mariana entrou na cozinha.<br />
-Quero dizer, oi, Mariana, não quer tomar nada, fiz um café muito gostoso - disse a mãe em um tom amargurado.<br />
-Só quero um leite, estou atrasada para a escola - disse Mariana, - e o ônibus chega em 30 minutos<br />
-Então, por que não toma seu banho e depois vem tomar seu leite, Mariana? - perguntou o pai, querendo<br />
continuar a brigar com Vanessa.<br />
Mariana saiu silenciosamente da cozinha. Assim que fechou a porta, os pais continuaram a briga.<br />
Seu irmão mais velho, Andrew, que iria para a faculdade em agosto, trancou a porta assim que viu Mariana.<br />
Ele não gostava que a irmã invadisse o quarto.<br />
Mariana tomou seu banho, cautelosamente, e deixou a água escorrer pelos seus cabelos. Pensava em<br />
escrever uma ficção talvez, já que seu sonho era voar. Sonho besta, na opinião, de Melanie, sua melhor amiga.<br />
Depois que tomou seu banho, tomou apenas um gole do café, e saiu correndo para esperar o ônibus.<br />
Vanessa, sua mãe, gostava de enfeites, e Mariana, de pontualidade. Não pareciam ser muito parecidas.<br />
O ônibus chegou em 20 minutos. Melanie estava sentada bem na frente, com um enorme cartaz na mão.<br />
Mariana veio ao seu lado e perguntou:<br />
-Para que esse cartaz?<br />
-Para - respondeu Melanie, com ar de cansado - o meu castigo de Álgebra. Não entendo por quê o sr.Golfy,<br />
não consegue aceitar que eu sou hiperativa. Se ele fosse ao menos, professor de português, entederia.<br />
-E o que tem nele - perguntou Mariana.<br />
-Nada, foi só um cartaz estúpido que eu fiz pedindo desculpas. Bom, foi o que ele mandou fazer. Quero férias.<br />
-Melanie, - começou Mariana - você, bem, acha que eu sou bonita?<br />
Melanie a olhou com a boca mais aberta que um bueiro. Bonita? Mariana? Claro! Melanie queria ser Mariana,<br />
na questão da beleza. Mariana queria ser Melanie, na questão da inteligência.<br />
-Por que tá me perguntando isso? - perguntou Melanie<br />
-Porque - respondeu Mariana - nenhum menino me convidou para o baile dos namorados que vai ter daqui<br />
à 2 semanas, por que será?<br />
-Porque, não sei se você entende, - disse Melanie, com uma rosquinha de café da manhã, na boca - somos<br />
estranhas. Os garotos, da nossa sala, só convidam líderes de torcida para irem com eles. Esquecem que nós,<br />
nerds, existimos.<br />
Mariana não gostou da palavra nerd. Ela não era nerd. Melanie era. Mariana era bonita e estúpida, nada mais.<br />
Melanie, não era nem um pouco feia também. Felizmente.<br />
-Mariana, - começou Melanie - tem algum garoto em que você esteja interessada?<br />
-Não - respondeu Mariana, com sinceridade, - E você?<br />
-Também não. - respondeu Melanie - só temos atletas na sala, e 3 nerds. Engraçado, não acha?<br />
Mariana não respondeu. Estava ocupada demais, olhando aquele monumento, vindo em sua direção.<br />
O garoto era loiro, com os cabelos grandes e caídos nos olhos, e era alemão. Se chamava Eric Dumbb. Tinha<br />
14 anos. 1 ano, somente 1, mais velho que ela. Melanie logo percebeu e deu um tapa nas costas de Mariana:<br />
-Vamos, estátua - ela disse - Ah, mais uma coisa, esse cara está se candidatando para a equipe de futebol.<br />
Pode esquecer que ele vai chamar *você* para sair.<br />
Esse você também deixou Mariana zangada. Melanie gostava muito de a apunhalar. Horrível da parte dela.<br />
As duas entraram na sala, e Melanie deu o cartaz para o sr. Golfy, que tomava o seu café da manhã. Ele a ob-<br />
servou, e tomou o cartaz dela, como se fosse uma onça pintada em monumento. Mariana achava seu professor<br />
de álgebra, totalmente ridículo. Em tudo. Então, ele bateu palmas e fechou a porta. Era como se estivesse, esperando<br />
Melanie chegar. Muito esquisito, pensou Mariana.<br />
Ele começou a falar de equações. O pior assunto para uma menina de 7ª série. Onde já se viu? Equações?<br />
Realmente matemática não era seu forte. Então ela pegou seu bloco de folhas e ficou desenhando ficções. Coisas<br />
legais em sua opinião. No relógio, de Patricia Burke, uma líder de torcida, sentada ao lado de Todd Whyblet, um atleta, eram 8:07AM.<br />
O sr. Golfy continuou a falar até que chegou à mesa de Mariana e começou.<br />
-Mocinha, você está entendendo do que eu estou falando?<br />
-Claro - respondeu Mariana sem graça.<br />
As líderes de torcida, e os atletas riram da cara dela, e os nerds, estavam ocupados demais, tirando a pueira de sua carteira. Os hippies,<br />
começaram a imitar Mariana numa situação ruim. Ridículo, para ela também.<br />
-Então, sra. Posey - ele perguntou - me resolva, essa aqui no quadro.<br />
Ele se dirigiu para o quadro, e Mariana também. Ela estava muito assustada. Ia vomitar. Com certeza, ia.<br />
A conta era x<br />
_<br />
2 + 6 para x = 8<br />
Mariana se lembrava dessa. Era fácil. Mas seus lábios, simplesmente ficaram imóveis, e seus dedos tremendo, com o piloto na mão. Melanie, logo quis abafar<br />
a situação e gritou:<br />
-É 10!<br />
Todd Whyblet, logo reclamou dizendo:<br />
-Ei, nerd, se mete na tua vida.<br />
O sr. Golfy, para abafar o 2° caso, solicitou à Mariana que fizesse contas com fração, parecidas com as que ele estava escrevendo e que ela botasse a conta na caderneta para ele, saber que ela não colou de nenhum livro. Mariana achou injusta a atitude do sr. Golfy, mas continuou parada como uma múmia.<br />
Então, ele ordenou que ela se sentasse, e chamou o nerd, Gabriel Buble, para responder as outras. </p>
<p>Era hora do recreio. Mariana estava passando pela quadra e viu, as líderes populares de torcida, na arquibancada e os atletas treinando futebol. Ela resolveu sentar-se num banquinho lá perto, para assistir o treino. Alguma sombra preta tampou seus olhos, e quando a garota se virou, estava o alemão com sua bola de futebol e totalmente sexy com suas calças de atleta, escrito Muffleys, o nome do time do Instituto Oxford. Ele perguntou:<br />
-Está tudo bem? - com uma cara engraçada<br />
Mariana respondeu que sim com a cabeça, e ele entrou na quadra. Mariana ficou imóvel olhando seus truques para fazer a bola entrar no gol, sem que o pivete que lá fica a agarre. Eric era totalmente muito bom no futebol. As líderes estavam loucas entre si. Melanie sentou-se ao seu lado, e disse:<br />
-Que foi?<br />
-Nada - respondeu Mariana<br />
-Vamos para uma mesa, - retrucou Melanie<br />
-Não<br />
-Por que? - perguntou Melanie desconfiada<br />
-Prefiro ficar aqui, vendo as líderes de torcida praticando seus passos<br />
-Queria ser uma? - perguntou Melanie<br />
-Não, por que?<br />
-Nada, você parece ficar tão encantada quando olha para elas, - respondeu a amiga.<br />
-Não pareço não! - respondeu Mariana.<br />
Parecia encantada olhando Eric jogar. Mas preferiu não falar nada à Melanie. Prejudicaria seus planos para que ele a convidasse para o baile da escola.<br />
-Mariana - falou uma voz fina<br />
Mariana olhou. Era uma estúpida lider de torcida. Se chamava Gabrielle McKnewl, uma metida.<br />
-Você não sabe responder expressões algébricas? Diria que precisa de uma boa ajuda.<br />
Mariana apertou seus lábios. Droga! Pra quê uma lider de torcida para lhe atormentar, quando já tinha problemas suficientes?!<br />
-Então, Melanie, - ela se virou para Melanie, que a olhava com desprezo - Você devia ensinar a Posey. Acho que ela realmente precisa de um A ou B para passar.<br />
Nenhuma das meninas disse nada. Melanie parecia querer partir para cima de Gabrielle como uma onça, mas ficou parada. Ela respondeu:<br />
-Há pessoas neste mundo que precisam de mais ajudas, como você que precisa de uma boa plástica nos seus olhos esbugalhados.<br />
Gabrielle olhou desconfiada para seus olhos com seu mini-espelho.<br />
Melanie logo falou:<br />
-Mariana, me desculpe, mas acho que ela realmente tinha razão.<br />
-Como, ela tinha razão? - perguntou Mariana<br />
-Ela, sei lá, falou a verdade. Eu posso te ajudar com a matemática e você com uns truques de moda, que acha?<br />
-Essa sua idéia é ridícula - respondeu Mariana<br />
-Mas, Mariana... - Melanie começou; mas Mariana logo foi salva pela campa que tocou bem na hora.<br />
Elas entraram na sala, e Mariana trocou de lugar. Foi lá para trás com os atletas, eles a observaram,<br />
querendo mexer com a cara pasma da menina. Mariana simplesmente pegou seu livro de Civilizações Mundiais,<br />
e ficou esperando a sra. Mundy. Melanie queria realmente falar com ela, já que não parava de acenar.<br />
Mas Mariana somente abriu seu livro e ficou lendo. Mais nada. Fingiu que não via a amiga acenar para ela.<br />
A sra. Mundy entrou na sala. Ela logo fechou o livro. Preferiu prestar atenção e fez frases bestas na mesa. </p>
<p>Eram 3:00PM. Mariana logo levantou-se junto com os atletas que disseram ao sr. Trevor, professor de<br />
Educação Tecnológica, que a aula já havia acabado e todos se levantaram. Melanie dirigiu-se a Mariana.<br />
-Por que você não quer me ajudar? Achei que fizéssemos favores umas às outras.<br />
-Porque essa sua idéia é ridícula - respondeu Mariana. -Aliás, eu não sou bonita<br />
-Não se faça de desentendida - jogou Melanie - tenho certeza que faz toda a idéia do que estou tentando<br />
dizer à você, desde meio-dia. Mas você, parece que não escuta. Sempre escuta você mesma.<br />
-Não é verdade. Olha, Melanie, não quero brigar. O ônibus já vai chegar. Ele chega 3:05, são 3:03, tenho<br />
que ir, desculpe.<br />
-Eu vou junto, porque, se você tiver esquecido, eu TAMBÉM vou de ônibus.<br />
Mariana desejou ter um MP3, MP4, consigo para não ter que ouvir conversa mole da amiga até o caminho.<br />
Ela só precisava estudar matemática, e esquecer seu pai, sua mãe, e claro, o gótico do seu irmão, Andrew. </p>
<p>Mariana chegou cansada em casa. Melanie, no ônibus, parecia ter ficado zangado, ou algo assim. Seus pais,<br />
estavam separados. Vanessa Posey, vendo televisão (propagandas) e Bob Posey, jogando golfe, com uns<br />
amigos. Andrew estava pintando uma folha de papel, e assim que viu Mariana, trancou-se de novo. Mariana<br />
ficou com vontade de gritar que o odiava, mas preferiu deixar para depois. Ela pegou seu livro de matemática,<br />
e leu bastante, até ficar com tudo na ponta da língua. Às 7:00, estava no computador, e sua mãe chegou.<br />
-Filha, Melanie quer falar com você. Ah, um P.S, nessa história, ela parece bastante chateada.<br />
Mariana pegou o telefone, exausta.<br />
-Alô?<br />
-E o nosso assunto Mariana? - perguntou Melanie.<br />
-Nós não temos um assunto - respondeu Mariana, chocada.<br />
-Claro que sim! Os da roupa e a matemática<br />
-Proposta recusada - disse Mariana<br />
-COMO RECUSADA?!!! - Melanie gritou no telefone -SABE COMO SER UMA ADOLESCENTE BONITA, E ATRAENTE<br />
É IMPORTANTE PARA MIM, MARIANA? SABE? E VOCÊ RESPONDE COM UMA PROPOSTA RECUSADA??!!<br />
Melanie parou um pouco. Queria recuperar a voz. Mariana simplesmente falou:<br />
-Me desculpa, Melanie. As líderes de torcida, podem ajudar você. Elas são, os que mais tem na nossa sala.<br />
Podem te ajudar se for boa com elas. Afinal, elas são mais lindas que eu.<br />
-Obrigado, Amiga! - Melanie bateu o telefone com força e começou a bater os pés na sua casa.<br />
Mariana por sua vez, não ligou muito para o ataque da amiga. Só queria descanso, e pronto!
</p>
<p><a href="http://agarotaesuanecessaire.nireblog.com/post/2008/07/23/capitulo-1#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 20:49:00 +0100</pubDate>	</item>
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